Como empreender depois de me aposentar?

A busca por condições financeiras melhores, a necessidade de sentir-se útil para a sociedade e a vontade de deixar um patrimônio para descendentes. Esses são três dos principais motivos que fazem muitas pessoas continuarem trabalhando mesmo após a aposentadoria. Em vez de continuar como funcionários, entretanto, muitos se emancipam e se tornam empreendedores, donos do próprio negócio.

Segundo a Global Entrepreneurship Monitor (GEM) — pesquisa que é fruto da parceria entre o Sebrae e o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ) —, quase 6 milhões de empreendedores tinham entre 55 e 64 anos em 2014. Esse número representava, à época, mais de 12% do total. Com o envelhecimento da população brasileira, a expectativa é que haja cada vez mais aposentados à frente dos empreendimentos.

Se você pretende ampliar a estatística, esse artigo traz para você algumas dicas preciosas de como empreender depois de se aposentar. Confira!

Encontre o que combina com o seu perfil

O primeiro passo para que empreender depois de se aposentar seja uma tarefa bem-sucedida é encontrar uma atividade que combine com o seu perfil. Depois de trabalhar tantos anos, o ideal é que você continue no mercado com algo que você gosta e possui muito interesse — o que pode ser ou não no mesmo ramo da sua antiga profissão.

Se você decidir ficar no seu antigo ramo, inclusive, terá um componente que falta a muitos novos empreendedores: a vasta experiência. Com décadas de mercado na bagagem, tende a ser mais fácil encontrar algo de que você goste e em que seja muito bom.

Estude o mercado antecipadamente

Depois de decidir a área na qual deseja atuar é preciso estudar o mercado. Entenda como ele está hoje, quais são as oportunidades que oferece, quais os nichos mais ocupados e os menos populosos e o que o público deseja, de uma forma geral.

Dentro da sua área de atuação, avalie também quem são seus principais concorrentes e tente prever quais serão os possíveis resultados do mercado ao longo dos próximos anos.

Esse tipo de análise relevante e integrada permite não apenas que você reconheça qual é a situação atual, mas também que você compreenda como estará o mercado no futuro e possa preparar-se.

Valide a sua ideia junto ao seu público

Depois de escolher a área na qual deseja atuar e entender o mercado, é hora de ter ideias. É bem provável que você já até tenha uma noção do que deseja fazer. No entanto, antes de se jogar, é recomendado que você faça uma validação.

A validação de ideia significa entender o seu futuro público e reconhecer se eles realmente precisam ou se estão dispostos a pagar por aquilo que você pretende oferecer.

Tradicionalmente, a validação de ideias é um processo de várias etapas, mas que se baseia firmemente na pesquisa de mercado. Ao realizar uma pesquisa com uma boa quantidade de possíveis consumidores, você saberá se a sua ideia tem chances ou não de ser lucrativa e rentável.

Entenda o Mercado de Decoração de Ambientes

Estruture e planeje o seu negócio

Com a ideia validada é hora de estruturar e planejar o seu empreendimento. Nessa etapa, o ideal é começar elaborando um plano de negócios. Essa fase está entre as mais importantes, porque é responsável por construir os pilares nos quais seu negócio irá se sustentar.

O plano deve definir o que é o seu negócio, o que ele pretende oferecer ao público, como ele deseja se estabelecer e quais são as missões e valores que vão guiá-lo. Também é necessário definir operações, planejar investimentos e estruturar a divulgação e o marketing.

Depois, vale a pena fazer um planejamento estratégico. Esse planejamento serve como uma forma de dar motivação para que o negócio dê certo e também para orientar a tomada de decisão. Nesse momento são definidas metas e objetivos, assim como estratégias para alcançá-los.

Tenha cuidado com os investimentos

Embora o planejamento seja muito importante, ele é só a etapa inicial, já que é preciso dar vida ao empreendimento. Isso é conseguido por meio dos investimentos e injeção de recursos.

Essa etapa, entretanto, exige um cuidado importante. Em vez de investir os recursos que você levou uma vida para juntar, faça uma análise mais aprofundada e tenha o máximo de certeza antes de tomar a decisão.

Também compensa procurar outras fontes de recursos que não o seu próprio dinheiro — ao menos não de maneira exclusiva. Financiamentos com bancos, financiamentos coletivos ou investidores-anjos são formas de angariar capital e investimentos para o seu negócio sem que isso comprometa uma aposentadoria tranquila.

Defina métricas para o negócio e faça acompanhamentos

Antes de fazer os investimentos você também deve definir métricas que indiquem os resultados do seu negócio. Essas métricas vão depender fortemente do tipo de negócio que você deseja abrir, mas, em geral, dizem respeito ao número de clientes, à receita gerada, à taxa de rejeição, ao retorno de investimento e assim por diante.

Tenha muito claro quais são as métricas fundamentais para o sucesso do seu negócio e acompanhe-as bem de perto. Além de auxiliar na tomada de decisões mais bem embasadas sobre o empreendimento, elas também permitem que você meça qual é a efetividade de certas ações e o que funciona melhor para o seu público.

Estude e capacite-se sobre empreendedorismo

Se você está aposentado ou prestes a se aposentar, você faz parte de uma geração bem diferente. A visão sobre empreendedorismo era distinta da que temos hoje e, portanto, os esforços para qualificar empreendedores, também.

Tudo isso serve para dizer que você precisa estudar e se capacitar sobre empreendedorismo. Entender sobre administração, gestão, atendimento ao cliente e até mesmo legislação são coisas que vão fazer bem para o seu negócio em curto, médio e longo prazo.

Essa capacitação também se relaciona ao uso de tecnologia, que cada dia mais invade os negócios. Não deixe, portanto, de estudar sobre esse aspecto, tanto antes quanto após a abertura do seu negócio para que suas chances de sucesso aumentem.

Como empreender depois de se aposentar? Esta é uma missão possível e que pode, inclusive, melhorar a sua qualidade de vida. Para que sua tentativa seja um sucesso, é preciso cautela e estudo desde o momento de escolha da área e do negócio até a hora de estruturar o empreendimento para fazer investimentos assertivos.

Com tudo isso aliado a uma capacitação contínua sobre como ser dono do próprio negócio, o resultado será, sem a menor dúvida, a satisfação.

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Empreendedores iniciantes: 10 dicas de gestão essenciais

Pessoas que têm espírito empreendedor compartilham algumas características básicas, como uma mente aberta a novidades e forte vontade de aprender. Essas características são extremamente importantes, pois os empreendedores iniciantes realmente precisam absorver muita informação para começar a desenvolver um negócio.

Esse artigo é um bom exemplo: nele, você encontrará 10 dicas sobre gestão de negócios. Então, bons estudos!

1. Conheça seu cliente para uma gestão de negócios eficaz

Esse é o primeiro item da lista porque, certamente, também é o mais importante. Quem conhece e entende bem o cliente consegue executar uma gestão de negócios muito mais eficaz, pois ele deve ser o foco de todo o seu empreendimento.

Entre as informações que você precisa coletar estão:

  • O tamanho do público-alvo;

  • Sua faixa etária e gênero;

  • Seu poder de compra;

  • O padrão de consumo;

  • Suas preferências e hábitos;

  • As rotinas e comportamentos que apresentam.

Quanto mais detalhes você tiver, melhor. A partir dessas informações você poderá traçar estratégias mais direcionadas e personalizar seu produto ou serviço. Para coletar esses dados você deve ouvir o cliente, através de pesquisas, entrevistas e indo a campo.

2. Valide sua ideia e seu modelo de negócios

Essa dica permite economizar muito dinheiro, além de meses ou anos do seu tempo, que seriam desperdiçados em um negócio não monetizável ou sustentável. Faça isso sempre antes de começar a investir em um negócio.

Validar a sua ideia consiste em responder basicamente a duas perguntas:

  1. Tem alguém interessado neste produto ou serviço?

  2. Esta pessoa tem condição e intenção de pagar por esta solução?

Se a resposta a uma dessas perguntas for não, você já sabe que será difícil monetizar sua ideia de negócios.

Já a validação do modelo é feita através planejamento das operações da empresa. A melhor maneira de identificar possíveis erros é fazendo a descrição detalhada das operações no papel, através de uma ferramenta simples como o Canvas.

3. Mapeie a concorrência

Além de conhecer o cliente, também é essencial fazer um mapeamento da concorrência. Eles são a melhor fonte de benchmarking, ou seja, dados de comparação. A partir deles você poderá compreender melhor se os resultados da sua empresa estão de acordo com o mercado ou fora da curva.

Concorrentes também fornecem benchmarking para ações: Se você precisa desenvolver algum processo e não tem certeza do melhor caminho, olhe para os concorrentes e veja como eles estão fazendo.

4. Formalize sua empresa desde o começo

Alguns empreendedores iniciantes preferem manter a empresa na informalidade para fugir de impostos, taxas e tributos. A empresa tem um nome, uma fachada, mas não possui um CNPJ.

Apesar de parecer uma boa ideia, isso atrapalha o crescimento da sua empresa. Sem seu registro formal, você não pode abrir uma conta bancária de pessoa jurídica, solicitar uma máquina de cartão de crédito, tampouco emitir notas fiscais. Com tantas restrições, seu negócio certamente vai perder alguns bons clientes e oportunidades de venda.

5. Crie uma equipe vencedora

Desde o começo, você deve desenvolver, na sua empresa, uma cultura que valorize bons colaboradores. Estes serão profissionais de talento que vão ajudá-lo a concretizar a visão e a missão do seu negócio, atuando de acordo com seus valores.

Para criar uma equipe vencedora, é essencial investir no tripé:

Recrutamento – Desenvolvimento – Retenção

Neste processo, também é importante que você defina bem o seu próprio papel. Reflita sobre qual será a sua contribuição ao negócio, da mesma forma que o restante dos colaboradores, afinal você também é parte da equipe.

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6. Faça um trabalho consistente de precificação

Um erro comum entre empreendedores iniciantes é não saber como definir o valor do seu produto. Quanto realmente vale o que você está oferecendo?

Como “valor” tende a ser uma noção um tanto abstrata, existem técnicas mais objetivas que você pode usar para definir os preços do seu produto. As duas principais técnicas são Cost-up (na qual entra o conhecido markup) e Value-Based:

  1. Cost-Up consiste em adicionar uma margem de lucro ao custo de produção do produto;

  2. Value-Based consiste em identificar, através de pesquisas, o valor percebido que o produto apresenta aos olhos do cliente.

A primeira é muito usada para produtos comuns, como pasta de dentes ou pilhas. Porém, quanto mais diferenciado o seu produto for, mais vantajosa é segunda, que traz maior lucratividade.

7. Não se esqueça de controlar o estoque

O estoque precisa ser controlado desde o início das operações da empresa, mesmo que haja pouca entrada e saída de materiais.

Se houver falta de itens, você pode perder um cliente para a concorrência; por outro lado, se houver excesso, você corre o risco de perder dinheiro através da desvalorização dos itens encalhados.

A melhor forma de controlar o estoque é fazendo um planejamento de compras conforme a análise do giro de estoque ou seja, comprando nas quantidades mais próximas ao consumo de cada item em determinado período. Então, a partir desse planejamento, é preciso fazer registros sistemáticos da entrada e saída de itens.

8. Desenvolva uma estratégia de marketing

O marketing está por trás do sucesso de vendas. Muitos pensam em marketing como um sinônimo de “publicidade e propaganda” porém, na realidade, é algo muito mais abrangente. Por exemplo, as primeiras dicas desse artigo – conhecer o cliente e o concorrente – são, na verdade, atividades que pertencem ao marketing.

Uma estratégia de marketing bem completa irá permitir que você conheça melhor seu mercado e que apresente sua marca a ele de maneira eficaz. Atualmente, existem algumas subáreas do marketing que estão ganhando força e que também merecem entrar na sua estratégia, como o marketing digital e o marketing de conteúdo.

9. Organize as finanças da empresa

Não vamos estender muito essa dica, pois finanças são um tema complexo. Porém, há algo que o empreendedor iniciante precisa fazer na gestão de um negócio novo: separar as finanças da empresa e suas finanças pessoais.

Também é importante que o empreendedor tenha em mente que seu dinheiro e o lucro da empresa não são a mesma coisa; não é viável chegar no final do mês e sacar esse lucro indiscriminadamente para uso pessoal.

O empreendedor deve ter uma remuneração fixa dentro de sua empresa. Da mesma forma, qualquer valor das suas finanças pessoais que seja investido para manter as operações da empresa deve ser registrado e monitorado, como capital de sócio.

10. Informatize e automatize, quando possível

Existe uma grande variedade de softwares que facilitam as atividades específicas de gestão, como os CRMs, ERPs, Workflow, sistemas de gestão de notas fiscais e documentos. Além disso, também há aplicativos simples que colaboram com o dia a dia de um escritório: controle de agenda, realização de reuniões online, compartilhamento de arquivos. Muitos destes recursos são gratuitos.

Considerando a destreza que os profissionais, especialmente das gerações Y e Z, apresentam para lidar com tais ferramentas, você pode implementá-las facilmente em sua empresa, proporcionando aumento na produtividade da equipe.

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Pensando em abrir um negócio próprio? Veja 11 dicas para começar

Cresce a quantidade de pessoas que desejam se tornar empreendedores, ingressando no mundo dos negócios. Será que é muito difícil abrir seu próprio negócio? Será que o retorno compensa as dificuldades? Por onde os novos empreendedores devem começar?

Primeiramente, o que se deve fazer é elaborar um plano de negócio, ou seja, fazer um planejamento adequado. A partir desse planejamento, será possível seguir as etapas corretas para abrir um negócio próprio.

Confira 11 boas dicas para ter seu próprio negócio:

1 – Utilize softwares e outros recursos

Para ajudar o empreendedor a elaborar seu plano de negócios, recomenda-se usar softwares específicos. Há ferramentas gratuitas que poderão indicar os pontos essenciais para seu planejamento. O Plano de Negócios, por exemplo, é um software gratuito do Sebrae que auxilia tanto os iniciantes quanto os empresários que já têm seu negócio e desejam aumentá-lo.

Existem também e-books e cursos gratuitos que poderão ser úteis na elaboração de seu plano, dando sugestões e ajudando o empreendedor a tomar a melhor decisão, a mais viável conforme suas aptidões e condições financeiras no momento.

2 – Conheça a área em que vai atuar

É preciso inteirar-se sobre o ramo em que vai exercer suas atividades. O conhecimento prévio é fundamental dentro de um planejamento bem elaborado e vai evitar gastos desnecessários.

Existem muitas áreas no mercado, o importante é que o empreendedor identifique-se com um segmento específico e entenda quais são as possibilidades dentro dele: confecções, alimentos, livros, educação, saúde, bebidas, culinária, decoração e assim por diante.

3 – Investigue o público

Para que seu negócio funcione, é indispensável que existam clientes, pessoas que consumam seus produtos, que utilizem seus serviços. Conhecendo melhor o mercado consumidor, o empreendedor reunirá as informações necessárias sobre como vender seu produto, a demanda existente e os pontos estratégicos melhores para a comercialização do produto/serviço.

Mais que isso, investigar o público consumidor poderá orientar o empreendedor a se decidir pelo melhor negócio — revelando, em muitos casos, que aquilo que parecia promissor é, na verdade, um mau investimento e apontando outros caminhos.

4 – Procure funcionários adequados

À medida que seu negócio cresce, torna-se mais necessária a colaboração de outros (bons) profissionais. Procure pessoas capacitadas e que tenham objetivos alinhados aos seus — assim, evitará problemas de desempenho.

5 – Pesquise fornecedores

O empreendedor precisa pesquisar sobre os melhores fornecedores, pois eles irão influenciar bastante no sucesso de seu negócio. Os fornecedores poderão disponibilizar para sua empresa diferentes itens, como máquinas, equipamentos, móveis, matérias-primas, mercadorias e até pessoas.

O empreendedor deve considerar ao pesquisar fornecedores critérios como:

  • Melhor preço;
  • Melhores opções de pagamento;
  • Pontualidade nas entregas;
  • Serviços agregados;
  • Comunicação eficiente;
  • Referências positivas;
  • Recomendações de outros empreendedores;
  • Experiência;
  • Anos de atuação.

Entenda o Mercado de Decoração de Ambientes

6 – Monitore a concorrência

Sempre haverá concorrentes. Dependendo da área escolhida, existirão muitos ou poucos concorrentes. O empreendedor deve investigar como funciona a concorrência, qual o nível de desenvolvimento dela, qual a quantidade de concorrentes, seus pontos positivos e negativos, a demanda que eles têm.

O espaço em que atuam também deve ser identificado, ou seja, o campo de abrangência dos concorrentes, assim poderá se decidir por um local mais estratégico, no qual a influência da concorrência não interfira tanto.

O empreendedor deve avaliar ainda o grau de fidelização dos clientes no mercado concorrente, já que a fidelização sai mais barata que a captação de novos clientes.

7 – Tenha cuidados na precificação

Não adianta fugir à realidade: a precificação é um fator preponderante quando se trata de conquistar ou não clientes. Quanto mais concorrido for seu negócio, mais cuidados deverá tomar ao precificar.

Por mais serviços agregados que ofereça, seu negócio é tão diferente assim do negócio de seus vizinhos para cobrar preços mais elevados? O preço que cobra é realmente justo? Dá para cobrir suas próprias despesas e satisfazer os clientes? Está tendo prejuízos com suas vendas por que o preço é muito baixo? Está perdendo clientes ou deixando de vender por causa de preços altos demais?

Considere essas e outras perguntas para proceder a uma precificação equilibrada. A precificação começa no planejamento e deve ser uma preocupação constante durante todo o período de existência da empresa.

8 – Compreenda os mecanismos de marketing

O marketing é essencial para qualquer negócio. Sem publicidade, fica mais difícil vender produtos ou oferecer serviços. O marketing, atualmente, divide-se em dois tipos: o tradicional e o digital. O ideal é que sejam utilizadas as duas modalidades, sempre lembrando que os recursos digitais podem representar gastos bem menores e atingir um público ainda maior — isso quando bem manipulados.

As mídias tradicionais são o rádio, a televisão, o jornal impresso, os carros e outros veículos de som e assim por diante. Já as digitais incluem e-mails, redes sociais, blogs, sites, plataformas específicas e outras ferramentas.

Para efetuar uma campanha eficiente de marketing, é preciso considerar quatro pilares:

  • Produto/serviço;
  • Pontos de venda;
  • Promoção;
  • Preço.

9 – Disponha de um ciclo operacional eficiente

Para que as atividades na empresa funcionem, é necessário um ciclo operacional eficiente. Esse ciclo está diretamente relacionado ao segmento em que atua e inclui equipamentos e máquinas de trabalho, profissionais especializados, capital de giro, eventuais sócios e parceiros, fornecedores de matérias-primas/produtos e até um sistema automatizado de gestão que agilize os processos e o intercâmbio de informações.

O desempenho do ciclo operacional influirá na satisfação do cliente e na lucratividade de seu negócio.

10 – Faça projeções

O empreendedor deve também realizar projeções do volume de produção e de vendas, levando em conta a demanda, a capacidade de recursos de sua empresa, a suficiência de funcionários, os tipos de mercadorias ou serviços que disponibiliza e a atualização do mercado.

Nem sempre é fácil fazer projeções, mas é uma forma eficiente de evitar prejuízos e outras surpresas desagradáveis, como a perda de clientes e a defasagem do tipo de produto.

11 – Realize avaliação financeira

Sem capital financeiro, seu negócio jamais se tornará real. A análise financeira implica em calcular os custos iniciais do projeto (equipamentos, mão de obra, materiais), o que será necessário para manter o negócio e as possibilidades de lucro em médio e longo prazo.

O capital de giro permitirá que a empresa tenha início e se mantenha em funcionamento.

Já abriu seu próprio negócio? Que dificuldades está encontrando? Já começou a fazer seu planejamento? Compartilhe suas ideias! Faça seu comentário nos espaços a seguir!

Móveis e decoração: por que é interessante investir nesse segmento?

Muitas pessoas começam a despertar suas raízes empreendedoras quando se aproximam da aposentadoria, como uma forma de se resguardar para essa próxima fase da vida. A ideia de possuir o seu negócio próprio é algo que desperta sentimentos prósperos na maioria das pessoas, devido às facilidades e às possibilidades que se abrem. No entanto, quando chega a hora de escolher qual ramo ingressar, sempre restam algumas (ou várias) dúvidas.

O ideal nesse caso é escolher um ramo com o qual você tenha alguma afinidade, algo com o qual teve contato na sua carreira ou está presente no seu cotidiano. A maioria dos engenheiros, nos ramos civis principalmente, acaba optando pela área de construção ou de decoração. Dentre elas, destaca-se a de móveis e de decoração. Descubra a seguir por que é interessante investir nesse segmento.

A importância do ramo de móveis e decoração no mercado

Móveis planejados assumem uma função interessante dentro das casas e apartamentos. Eles conquistam os clientes devido as suas vantagens e facilidades como otimizar espaços, criar diversos padrões na decoração e ainda personalizar a casa ou o apartamento. Além de serem considerados sinônimos de acabamento perfeito.

O setor de móveis e decoração ganhou destaque como nicho de mercado nas últimas décadas, principalmente, nos últimos anos. A indústria de mobiliários do país passou a enxergar o segmento de móveis e decoração como uma forma de agregar valor tanto às marcas quanto aos produtos.

Segundo a consultoria MI Inteligência de Mercado, especializada em pesquisas e análises do setor de móveis, calçados, têxteis e confecções, os móveis planejados estão no portfólio de produtos de um em cada nove empreendimentos que produzem móveis no mercado brasileiro. O estudo intitulado “Mercado Potencial de Móveis Planejados no Brasil” mostra que no final do ano 2014, o setor produziu cerca de 38,7 milhões de peças e o faturamento chegou à quantia de R$ 13,4 bilhões.

Realmente, o ramo de móveis e decoração parece muito interessante para quem deseja começar a investir em um negócio próprio. Veja abaixo outras características e vantagens de investir no nicho de móveis e decoração.

As vantagens de investir em móveis e decoração

Existem duas grandes vantagens para o setor de móveis e decoração. A primeira consiste na expectativa de crescimento alta, mesmo em cenários de crise, como o que estamos atravessando nesse momento. Isso acontece, porque, hoje em dia, a tendência é que os imóveis se tornem cada dia menores.

O mercado exige que os móveis e a decoração sejam adaptados para as residências pequenas, o que cria naturalmente uma demanda para o mercado de móveis planejados.

A segunda é que para começar, não é preciso necessariamente já ser um grande empresário na área. As pequenas empresas apresentam cada vez mais lucro dentro do mercado de móveis planejados e decoração. De acordo com a Associação Brasileira de Design de Interiores, o setor registrou nos últimos dez anos, um crescimento de quase 500%.

Os quesitos necessários para investir neste ramo

Apesar de que dissemos no item anterior, (não é necessário ser um grande empresário na área de móveis e decoração), é importante ter uma bagagem no mundo corporativo. Isso porque o ramo de móveis de decoração não deixa muito espaço para amadorismo.

O mercado tem se profissionalizado cada vez mais. As grandes fábricas apostam nas lojas próprias em todas as regiões do Brasil. As marcenarias também estão se preparando para começar a atuar nesse campo de uma forma muito mais competitiva e qualificada: comprando equipamentos, treinando equipes e procurando parcerias sólidas e consistentes.

Por isso, para quem quer ingressar nessa área, a dica é: mapeie todas as etapas de desenvolvimento do negócio. Assim, é possível minimizar os riscos e ainda encontrar outras novas oportunidades. Outras apostas são as campanhas de marketing para criar vínculos com o mercado imobiliário.

Outra coisa que merece destaque: o mercado consumidor está cada vez mais exigente. O nível de serviço e a atenção dada ao público-alvo precisam ser de absoluta excelência. Isso inclui todo o processo: o atendimento, a venda, a montagem e a logística.

Ainda é preciso avaliar, antes de entrar no ramo se a produção será própria ou ainda terceirizada. Por isso, chega a hora de colocar na ponta do lápis todos os prós e contras de se investir na cadeia de um modo geral. Vale lembrar que o capital humano está escasso e uma das principais dificuldades de montar uma linha de produção é seguir o cronograma e os prazos de entrega. Por isso, às vezes é mais vantajoso procurar parceiros fortes e fixos.

Entenda o Mercado de Decoração de Ambientes

O crescimento e a lucratividade acompanham o setor de móveis e decoração

Em 2013, a construção civil tinha um bom desempenho o que trouxe um reflexo muito importante em áreas complementares a eles, como o de móveis de decoração. Com a retração da economia, o consumo nos próximos anos ficou um pouco comprometido.

Para quem quiser investir nessa área diante do cenário atual, é importante investir na diversificação da oferta de produtos e dos serviços. Os anos anteriores construíram uma valorização interessante do trabalho dos móveis planejados e da decoração. E criaram uma necessidade de pensar melhor nos espaços.

Mesmo com a crise, o setor imobiliário continuará entregando áreas privadas mais reduzidas em detrimento da social. Por isso, a área interna precisa continuar a ser bem trabalhar e servir com propósito de oferecer conforto e a moradia da família. Uma ótima oportunidade para o setor de móveis e decoração.

Ainda houve uma compatibilização dos projetos com os materiais disponíveis de acordo com o nível do empreendimento. Assim, existem linhas mais caras e mais baratas para todos os produtos, adequadas às necessidades de cada um dos clientes. Com a possibilidade de diversos custos, aumenta ainda o ticket médio e as possibilidades de venda.

O nosso objetivo nesse post foi elucidar um pouco sobre a área de móveis e decoração no Brasil. É uma ótima opção para investir nos seus sonhos. Esperamos que esse conteúdo tenha te ajudado a entender mais um pouco sobre o segmento. E aí, o que achou do post? Deixe o seu comentário!