Saiba como otimizar a gestão e os negócios da sua loja

A gestão de um negócio é sempre um desafio para qualquer empreendedor. São muitas responsabilidades, tais como: contratação de funcionários, folhas de pagamento, controle financeiro, gestão de pessoas, controle de estoque e outras tantas funções que, mesmo que ele não desempenhe, deve acompanhar de perto. O sucesso do negócio está ligado à dedicação que o empreendedor destina a ele, pois aquele empreendimento é sua vida.

Uma loja de móveis planejados, como qualquer outro negócio, necessita de boas práticas de gestão e otimização de tarefas. Afinal, é um produto personalizado e os clientes desse segmento costumam ser exigentes.

Saber como otimizar a gestão de seu negócio fará com que sua administração melhore e você consiga melhores resultados em suas vendas.

Quais são os benefícios de melhorar o gerenciamento do seu negócio?

Qualquer que seja o segmento de uma empresa, ela corre riscos de passar por problemas que podem causar queda no faturamento. Nesses casos, dinheiro e tempo são desperdiçados para corrigir falhas que poderiam ser evitadas.

Melhorar a gestão da empresa pode reduzir gastos desnecessários, diminuir os erros, aumentar a produtividade, melhorar a comunicação entre setores e empresas, entregar valor agregado aos clientes e garantir que o serviço seja entregue de forma eficiente.

A seguir, separamos algumas dicas para que você atinja esses objetivos.

Como otimizar a gestão de sua loja?

Conhecendo seus clientes

Conhecer seus clientes é imprescindível para otimizar a gestão dos negócios. Imagine quanto tempo pode ser gasto para atender a um cliente o qual a empresa não conhece. E tempo é dinheiro! Portanto, procure conhecer sua base de clientes, seus hábitos, quem os influencia, seu poder de compra e seus gostos.

Móveis planejados são produtos personalizados, e quem procura por esse serviço quer algo diferenciado, adequado ao seu gosto pessoal. E como saber o gosto pessoal de seus stakeholders? A resposta você já sabe.

Investindo em marketing

Adotar estratégias de marketing é fundamental para o sucesso dos negócios, afinal, foi o tempo em que as empresas podiam apostar somente na propaganda boca a boca. 

Boas estratégias, alinhadas a um atendimento de qualidade e produtos diferenciados, trazem retorno positivo para sua loja. Em tempos de mercado competitivo, não dá para ficar para trás; o marketing deve ser eficaz.

Sua marca deve estar onde está seu público está, portanto invista em estratégias de vendas e de reforço de marca, para que sua loja tenha credibilidade no mercado.

Aposte nas mídias sociais para divulgar seus móveis e atrair clientes para sua loja. O contato visual com esse tipo de produto aguça o desejo do consumidor, portanto crie ambientes e divulgue nas redes sociais.

Estando atento às novas tendências

A escolha dos móveis residenciais ou de escritório é feita sempre de forma cuidadosa, pois os clientes querem algo que seja parecido com eles. Clientes sofisticados querem móveis que os representem. O mesmo vale para pessoas mais modernas e arrojadas.

Portanto, fique de olho nas novas tendências de móveis, de cores, matéria-prima e design, para sempre oferecer o que tem de melhor no mercado. As tendências mudam muito rápido e novidades chegam ao mercado todos os dias.

Fique atento a essas mudanças e tenha sempre o que há de melhor e mais moderno no mercado para oferecer aos seus clientes. 

Sendo um bom gestor administrativo

Um bom gestor faz toda a diferença para o sucesso do negócio. A forma de gerir o empreendimento e, principalmente, os colaboradores influenciam muito no crescimento da empresa. 

Procure conhecer seus funcionários e saber as competências e fraquezas de cada um. Dessa forma, poderá explorar seus pontos fortes e trabalhar suas fraquezas. Ofereça treinamento aos consultores de vendas para que eles conheçam o produto a ser vendido, e seja um gestor justo.

Alguns empreendedores costumam delegar tarefas ao seus subordinados e fazem aparições esporádicas na empresa. Se deseja otimizar a gestão de seu negócio, esteja sempre presente, mostre à sua equipe que se importa com os resultados e que está ali para ajudar.

Projetando o crescimento financeiro

Qual sua meta de vendas para o final de ano? E para daqui a um ou dois anos? Se ainda não pensou nisso, é hora de projetar o crescimento de sua loja.

Analise a força de vendas de sua empresa e faça uma projeção de crescimento financeiro para sua loja a curto, médio e longo prazo. Após fazer a projeção, defina estratégias para alcançar o crescimento desejado e coloque-as em prática. 

Sendo organizado financeiramente

Faça controle de todo dinheiro que entra e sai da loja. Se não dispuser de verba para contratar um sistema de gestão financeira, organize suas receitas e despesas em uma planilha.

Tenha controle de pagamento de funcionários, fornecedores, contas de água, luz, telefone, internet e outros gastos fixos.

Tudo que for retirado do caixa da empresa deve ser registrado, para que você consiga ter controle sobre todos os gastos mensais. Somente assim será possível medir os lucros de seu negócio.

Tendo controle sobre os processos

O controle de processos é importante para que você, como gestor, saiba como o trabalho dentro de sua loja está sendo executado. Tenha controle de todos os processos, desde o atendimento ao cliente, a escolha da matéria-prima para confecção dos móveis, o prazo definido para entrega até a entrega do serviço. 

É importante que você conheça também todo o processo de fabricação dos móveis, desde a escolha da matéria prima até a finalização do produto. Por meio desse controle, sua gestão poderá otimizar os processos, trazendo melhorias a longo prazo.

Mantendo sua equipe motivada

Uma equipe motivada pode melhorar e muito a gestão de seu negócio. Consultores de vendas motivados trarão mais rentabilidade para seu negócio e ainda serão capazes de fidelizar clientes. Esses consumidores, por sua vez, indicarão amigos e conhecidos para sua loja.

Tenha plano de carreira para seus consultores. Além do salário e comissões, dê a eles participação nos lucros e resultados da empresa. Assim, ficarão motivados a aumentar sua produtividade e, consequentemente, seus rendimentos.

Estenda esses benefícios para outros setores da empresa, não somente para a equipe de vendas, pois a loja depende dos outros setores e todos têm de se sentir valorizados. Afinal, as tarefas são diferentes, mas a missão é uma só: gerar lucros para a empresa.

Você concorda que essas estratégias podem otimizar a gestão de sua loja? Deixe seu comentário no post!

6 ferramentas de planejamento estratégico para sua loja

O planejamento estratégico é fundamental para todas as empresas, independentemente de serem pequenas, médias ou grandes. Ele é o grande responsável por estabelecer a direção a ser seguida pelo negócio. É por meio do planejamento estratégico que se definem todos os objetivos de curto, médio e longo prazo.

Na hora desenvolver essas diretrizes para a sua loja, ou outro comércio, é muito importante levar em consideração não somente os fatores e processos internos da empresa, mas também os fatores externos, como os concorrentes e competidores, a demanda de mercado, o cenário econômico vigente, entre outros. Para a criação de um planejamento eficiente e que possibilite bons resultados, não se pode ter uma visão somente da empresa, mas sim global.

Para ajudá-lo a elaborar as estratégias e diretrizes ideais para o seu negócio, separamos neste post as seis ferramentas de planejamento estratégico que não podem faltar na sua loja. Confira a seguir!

1. Diretrizes do negócio

Antes de iniciar a criação do planejamento estratégico em si, é muito importante que a loja responda algumas perguntas que serão as diretrizes do negócio e servirão de base para todas as decisões futuras. Então, antes de tudo, deve-se responder as seguintes indagações:

  • O que é a empresa?
  • Aonde se quer chegar?
  • O que é mais importante para o negócio?
  • Quais são os princípios fundamentais a serem seguidos?

Todas essas perguntas são fundamentais para a gestão de qualquer empresa, pois sem chegar a essas definições é impossível traçar o futuro e os objetivos estratégicos do negócio. Além disso, cada uma das respostas é de extrema importância para as definições da Missão, Visão e dos Valores da empresa — informações que serão abordadas a seguir.

2. Missão, Visão e Valores

Esse trio é um dos recursos mais importantes para que os empreendedores consigam orientar e planejar suas empresas. Definir claramente cada uma dessas informações é ponto de partida para a criação do planejamento estratégico de qualquer negócio e para trilhar os seus caminhos em toda a sua existência.

  • Missão: a missão deve responder e mostrar tudo o que a empresa se propõe a fazer ou apresentar para os clientes. O seu enunciado é uma declaração dos propósitos e de todas as responsabilidades da empresa perante os clientes.
  • Visão: a visão nada mais é do que a descrição do que a empresa espera e deseja para o futuro. Ela mostra os alvos individuais e coletivos a serem alcançados pelo bem da corporação. É muito importante que a visão da empresa mostre o que ela deve se tornar e a inspiração para que isso ocorra.
  • Valores: os valores da empresa são todos os princípios, crenças, atitudes e decisões que todos os funcionários devem seguir em suas responsabilidades diárias. Podemos dizer que os valores são todos os procedimentos que precisam ser seguidos enquanto se executa a Missão, buscando alcançar a Visão da empresa.

Todas as organizações que buscam direções estratégicas devem ter muito bem definidos cada um desses pontos, pois eles serão cruciais para a formulação de um planejamento eficiente.

3. Análise SWOT

Para montar o planejamento estratégico de uma loja, é fundamental que se leve em conta fatores internos e externos. Uma ferramenta ideal para fazer isso é a análise SWOT — Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). Por meio dessa ferramenta, é possível aprofundar o conhecimento sobre o seu negócio e ter uma análise minuciosa do contexto no qual a sua empresa está inserida.

A análise SWOT é uma ferramenta clássica quando se trata da gestão de negócios, servindo para analisar os pontos fracos e fortes da empresa e todas as oportunidades e ameaças que ela possa ter. Utilizando essa análise, os gestores podem desenvolver planos de ação e planejá-los de forma eficaz, sempre visando reduzir ou contornar os riscos e aumentar as oportunidades de sucesso do negócio.

4. As 5 Forças de Porter

Outra ferramenta fundamental na hora de planejar seu negócio são as 5 Forças de Porter. Obviamente, é muito difícil conhecer todos os concorrentes da empresa, saber em quais detalhes eles são melhores e em quais pontos seu negócio é mais forte. Utilizando as 5 Forças de Porter, é possível realizar uma reflexão sobre a concorrência, os produtos disponíveis e como os fornecedores podem impactar o mercado.

Essa ferramenta é indicada para organizações de todos os tamanhos, desde pequenas lojas e comércios até grandes corporações, que buscam analisar o ambiente competitivo em que se encontram. Ela é muito útil, pois possibilita ao empreendedor uma visão mais ampla da concorrência e ajuda a perceber como derrotá-la.

5. Planos de ação

Terminadas as análises citadas e após conhecer a concorrência e todos os riscos do seu negócio, é necessário estipular quais ações devem ser tomadas para que todas as metas, previamente determinadas e orientadas pela visão da empresa, sejam alcançadas.

O plano de ação é uma ferramenta largamente empregada com a finalidade de descrever atividades e acompanhá-las, sendo muito útil desde a formulação de atas de reuniões e relatórios corporativos até definições estratégicas. O plano de ação possui documentos, tarefas e procedimentos que buscam alinhar e planejar todas as ações necessárias para alcançar os resultados esperados.

O planejamento estratégico da empresa não deve conter apenas um plano de ação, mas sim diversos. Cada um desses planos deve ter um objetivo específico, e todos somados conduzem aos resultados desejados.

6. Ciclo PDCA

O ciclo PDCA — Plan-Do-Check-Act —, que pode ser traduzido como Planejar-Fazer-Checar-Agir, é uma ferramenta amplamente utilizada para planejamento de atividades e busca por melhorias contínuas. A técnica de qualidade total possibilita que as empresas desenvolvam melhorias em processos e/ou tarefas e mantenham uma avaliação de todos os resultados.

O ciclo permite também monitorar a eficácia dos planos de ação, checar se os problemas ou gargalos estão sendo solucionados de forma correta e aplicar procedimentos que visem à melhoria contínua.

O PDCA é uma ferramenta crucial para a formulação e acompanhamento do planejamento estratégico de uma empresa. É fundamental para identificar problemas e ajudar a aperfeiçoar os mais diversos processos.

Agora, você conhece as melhores ferramentas de planejamento estratégico para o seu negócio. Caso conheça outras que não citamos, não deixe de comentar e compartilhar conosco!

As lições que todo empreendedor de sucesso deve aprender. Conheça!

Empreender é uma atitude que muitas pessoas têm tomado na atualidade, a fim de conquistar espaço em uma atividade que gostam de desempenhar e com a ideia de abrir um negócio próprio. Por meio de empreendimentos, buscam aumentar sua renda mensal, acumular algum dinheiro para o futuro e realizar sonhos.

Na verdade, alguns já nascem com um verdadeiro “espírito empreendedor” e estão dispostos a encarar desafios e a usar a criatividade para ingressarem no mundo agitado dos negócios.

Seja como for, vale a pena aprender algumas lições para se tornar um empreendedor de sucesso e que poderão te ajudar nessa jornada!

Aprender sempre

A primeira lição é nunca cansar de aprender. Essa é, na verdade, uma regra geral. Em qualquer área que você atue, existe a necessidade de sempre aperfeiçoar-se, de manter-se atualizado e em harmonia com as tendências.

O mundo dos negócios é o mais dinâmico de todos, envolvendo mudanças a passos rápidos, oscilações, momentos de crise e fartura. Quanto mais você puder aprender, melhor. E o aprendizado se dá tanto por meio de leituras, de estudos e cursos como pela prática, pelo dia a dia, pela observação detalhada do mercado, da concorrência e da economia.

Esteja sempre disposto a aprender. Assim, terá dado o mais importante passo na conquista do sucesso.

Manter o foco

Manter o foco significa manter um alvo e visar atingi-lo. Na verdade, um mesmo empreendedor pode ter diferentes objetivos, mas todos constituem o seu foco.

Para entender, de forma simples e prática, o sentido de manter o foco, imagine um arqueiro em um campeonato de flechas. Ele deve manter sua atenção e concentração no ponto marcado na árvore e esforçar-se para acertá-lo. Se ele atira a flecha olhando para os lados, dificilmente terá sucesso.

Mantenha sua visão direcionada para os objetivos de seu negócio. Dispersão não combina com o bom empreendedor.

Estar preparado

O que significa estar preparado? Significa ter algum conhecimento anterior, um estudo prévio, ter se planejado de alguma forma para a atividade comercial.

O empreendedor precisa se preparar para o mundo dos negócios, estudando, fazendo cursos superiores na área (Administração de Empresas, Contabilidade, Matemática, Direito e assim por diante), acompanhando o mercado e as novidades do comércio, as tecnologias que estão sendo utilizadas, as necessidades e preferências do público consumidor.

Estudo, pesquisas e análises fazem parte do processo de aprendizagem e preparação.

Gerenciar as finanças

O empreendedor deve saber calcular, fazer contas, avaliar ganhos e perdas. Acima de tudo, ele deve saber o valor do dinheiro. Empreender não significa somente multiplicar dinheiro (como muitos desejam), mas somar (operação que permite o enriquecimento de forma mais lenta), subtrair e até dividir.

O empreendedor precisa saber poupar e fazer projeções, visando o amanhã. Agindo assim, ele estará mais apto a enfrentar e superar crises financeiras e a manter sempre uma reserva de dinheiro para garantir que seu negócio contará com capital de giro para se manter ao longo do tempo.

Buscar recursos

O empreendedor deve buscar recursos para fazer sua empresa crescer. Alguns podem pensar imediatamente em empréstimos bancários, que nem sempre são a melhor alternativa. Existem financiamentos do governo que poderão ser mais flexíveis e dão uma boa ajuda para o crescimento do negócio.

Lembre-se de que os recursos poderão vir em outra forma que não dinheiro em espécie: podem ser descontos, bônus, isenções e meios facilitadores para que você tenha acessos a privilégios sem precisar gastar muito.

Mantenha contatos com investidores para aumentar a chance de receber recursos em momento oportuno. Muito se fala, na atualidade, sobre os investidores anjos, que investem dinheiro no negócio sem uma participação relevante nas ações, mas sempre atuando como orientadores. O investidor anjo não ajuda apenas com dinheiro, mas com uma maior integração entre a empresa e o mundo dos negócios, aumentando sua rede de relacionamentos.  As empresas iniciantes costumam se beneficiar com a ajuda dos investidores anjos.

Outra forma de obter recursos é por meio dos fundos de capital de risco, através dos quais investidores compram um percentual em ações da empresa visando receber, em um determinado prazo, um retorno compensador. Geralmente, esses investimentos acontecem em empresas que já apresentam um potencial elevado de valorização.

Ter estratégias bem orientadas

O empreendedor precisa traçar boas estratégias para alcançar o que deseja. Elas são fundamentais para qualquer empreendimento, evitando que o gestor fique “dando tiros no escuro”. Os riscos de fechar as portas é inerente a qualquer empresa, principalmente nos dias de hoje, quando até as organizações mais antigas e solidificadas enfrentam crises e passam por dificuldades para manter-se no mercado.

A competitividade alta é um grande desafio, em especial para os empreendedores que estão começando. O cenário econômico nacional não se apresenta muito promissor (pelos menos, de um ponto de vista geral).

Perdas sempre existirão – não há como fugir delas. As estratégias aparecem como um recurso para minimizar os efeitos dessas perdas e reduzir os riscos a que todo empreendimento está sujeito.

Para elaborar boas estratégias, é preciso avaliar o comércio, as possibilidades de arriscar ou não uma ideia, as estratégias de outras empresas; é necessário mensurar os resultados para ter uma noção exata da eficiência ou não de determinados projetos.

Entender a importância do marketing

Você precisa ser persuasivo tanto para atrair o consumidor como para atrair investidores. O discurso precisa ser bem elaborado e os meios de divulgação também influem bastante.

O marketing digital é, atualmente, uma ferramenta poderosa para a publicidade de diversas empresas. Nesse sentido, usam-se as redes sociais, os blogs, os sites, as plataformas, os fóruns, os e-mails e os aplicativos. É preciso trabalhar o conteúdo, que pode ser composto por textos, imagens, áudios e vídeos.

Trabalhar mais as vendas para ser um empreendedor de sucesso

É preciso vender para sobreviver e crescer. Para conseguir captar e fidelizar clientes, o marketing é uma excelente ferramenta. Mas ainda é preciso conhecer a fundo o consumidor para oferecer aquilo que ele realmente deseja, sejam produtos, serviços, atendimento, formas de pagamento ou preços.

Oferecer produtos de qualidade e gerenciar continuamente o relacionamento com o cliente são formas de favorecer as vendas em sua empresa. O relacionamento com o consumidor começa antes de ele ter efetuado sua primeira compra e mantém-se por toda a vida da empresa. O acompanhamento pós-venda, que muitos esquecem, é fundamental para a fidelização do cliente.

Boas vendas estão muito relacionadas a preços mais competitivos e a um bom atendimento. Seja cuidadoso quanto a esses dois pontos e seja um empreendedor de sucesso! E se você quiser receber mais dicas e informações sobre negócios, assine a nossa newsletter.

Otimize a rotina com 9 ferramentas de gestão de pequenas empresas

Controlar finanças, liderar equipes e gerir recursos e processos são atividades fundamentais na rotina de uma empresa. Porém, engana-se quem pensa que estas são obrigações mais tranquilas na gestão de um pequeno negócio.

Na verdade, para manter tudo em ordem sem perder o ritmo de vendas, lojistas e empresários precisam tirar o máximo de cada recurso de que dispõem, o que pode exigir trabalho redobrado.

Atualmente, muitos trabalhos corporativos não se limitam ao formato de abordagens, técnicas e metodologias. Embora ainda tenham seu valor, essas práticas são melhor aproveitadas quando aliadas a sistemas de aplicativos e softwares específicos para gestão.

Então, para você que busca otimizar processos, no post de hoje trouxemos 9 ferramentas de gestão para pequenas empresas. Conheça agora cada uma e seus recursos!

1. Análise SWOT

Bastante conhecida nas grandes organizações, a Análise SWOT é uma ferramenta de administração que também pode ser aproveitada por micro e pequenas empresas. Basicamente, ela tem como objetivo auxiliar empreendedores a fazerem análises mais objetivas dos negócios, a fim de definir seus próximos planos de ação.

Para colocá-la em prática, é preciso levantar os pontos fortes, os pontos fracos, as oportunidades e as ameaças existentes ao negócio. Deve-se considerar que as forças e fraquezas estão dentro da empresa, enquanto que oportunidades e ameaças vêm de fora dela. Com base nisso, você conhece melhor os fatores envolvidos com o negócio e trabalha para aproveitar cada informação de maneira positiva.

2. Design Thinking

Esta ferramenta em forma de abordagem é de grande utilidade para empreendedores que querem agregar conceito aos seus produtos. Estruturado nas etapas de indicação, inspiração, ideação e implementação, o Design Thinking deve ser aplicado coletivamente para focar na satisfação de pessoas, e não somente no consumidor final.

Com uso da ferramenta, a equipe será capaz de conhecer melhor o mercado e seus diferentes públicos, identificar novas oportunidades e propor estratégias que façam com que os produtos se tornem cada vez mais necessários aos consumidores.

3. Expensify

Disponível para os sistemas Android, iOS e Windows Phone, o Expensify é um aplicativo para organização de receitas e controle de despesas. Ele também pode ser integrado a outras ferramentas, como Evernote e Dropbox, com a principal vantagem de poder ser operado no modo offline. 

Dessa forma, mesmo que o empreendedor estiver longe da sua loja — em caso de uma viagem de negócios, trabalho em casa —, poderá aproveitar a ferramenta para lançar dados financeiros, digitalizar recibos, importar registros bancários, entre outras funcionalidades.

4. Gestão Plus

Este é um software multifuncional e que traz benefícios para qualquer modelo de negócio. Com seus recursos, empreendedores têm a possibilidade de aprimorar o desempenho, ganhar tempo e otimizar os resultados.

Entre as funcionalidades, ganham destaque a organização de dados fiscais e contábeis, cadastro de produtos e a geração de notas, boletos e relatórios de venda. A ferramenta está disponível para iOS, Android e desktop.

5. Google Meu Negócio

Esta ferramenta da Google tem como objetivo auxiliar empreendedores a incluir e divulgar sua empresa no ambiente digital. Suas funcionalidades foram desenvolvidas especialmente para pequenos negócios, e podem ser acessas por meio do desktop, sistema iOS ou Android.

Com o Google Meu Negócio, você levanta dados da empresa em 5 minutos e permite que sua marca esteja disponível para o público online. Nesse espaço, é possível monitorar a quantidade de acessos na página e aumentar o engajamento dos clientes. Além disso, a ferramenta oferece apoio e serviço de consultoria para todo empresário cadastrado.

6. Go to Meeting

Para empreendedores que precisam acompanhar a loja à distância, o Go to Meeting é uma ferramenta bastante útil. Por meio do uso em sistemas Android e iOS, gestores e seus colaboradores economizam custos na necessidade de realizar reuniões remotas. 

Além do recurso de teleconferência, o Go to Meeting também permite a realização de videoconferências com até 25 usuários simultâneos. Durante os encontros, os participantes podem compartilhar todos os documentos que acharem importantes.

7. OBZ

Sigla para Orçamento Base Zero, o OBZ é uma ferramenta de controle de gastos indicada para pequenas e médias empresas, e sua aplicação é feita com base em histórico de custos e análise de metas e estratégias. 

Com o OBZ, o empreendedor consegue identificar com maior clareza as fontes dos principais custos, e, a partir desse relatório, estabelecer um valor mínimo de recursos para operar processos com qualidade. Nessas condições, é possível estabelecer novas metas de corte sempre que necessário, eliminando tudo o que é supérfluo na empresa.

8. Pai

Com esse nome simples, o Pai é um aplicativo completo criado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário. Indicado para empresas iniciantes e de pequeno porte, é utilizado para a gestão de inúmeras funções do setor financeiro. 

Com o Pai você pode calcular preços de produtos e de despesas geradas com a emissão de notas fiscais. Além disso, também terá auxílio extra na hora de fazer o controle do estoque e do fluxo de caixa da loja/empresa.

9. Poka Yoke

Com nome de origem japonesa, Poka Yoke significa “à prova de erros”, e é uma ferramenta bastante interessante para pequenas empresas. Seu principal objetivo é auxiliar empreendedores a reduzir defeitos nos produtos e minimizar a ocorrência de falhas humanas em operações e tarefas administrativas.

Com sua técnica, a Poka Yoke deve ser aplicada em 6 passos, que são:

  • constatação: identificação da falha ou defeito;
  • análise: identificação da relação do defeito com o tipo de falha;
  • solução: estudo e definição de uma solução;
  • teste: aplicação da solução para verificação de sua eficácia;
  • implementação: aplicação definitiva da solução;
  • documentação: registro de todo o processo;

De fato, as ferramentas de gestão são melhor aproveitadas quando toda a equipe participa de sua implementação. Dessa forma, é importante que o empresário inclua seus colaboradores desde o início do processo, focando esforços na organização interna para redução de custos e aumento da produtividade.

Por fim, todo empreendedor iniciante ou experiente, que busca otimizar a rotina da loja, deve se atualizar sobre as estratégias usadas no crescimento do negócio. E, visando o ganho de tempo para acompanhar e orientar seus parceiros, poderá sempre aproveitar novas ferramentas de gestão para potencializar os resultados.

E aí, gostou do post? Quer ainda mais assuntos sobre gestão de negócios? Então, siga a Todeschini no Facebook e acompanhe as novidades!

Seleção de fornecedores: entenda o que você deve levar em conta!

No trabalho do arquiteto, conhecimentos técnicos e criatividade são ingredientes essenciais para a criação de um projeto especial. Entretanto, ainda que a fase de concepção seja perfeita, ela sozinha não é suficiente para garantir a satisfação do cliente. Antes da execução, é preciso que o profissional também escolha seus materiais com o mesmo cuidado que dedica no desenho das linhas e elementos.

Sabendo disso, listamos nesse post diversos fatores que devem ser levados em conta na seleção de fornecedores. Acompanhe e garanta mais qualidade nos seus projetos!

O que avaliar na seleção de fornecedores?

Fornecedores são peça fundamental para a concretização do trabalho do arquiteto, esteja ele envolvido com um projeto paisagístico ou decoração interna. Por esse motivo, a escolha da loja que oferecerá os materiais e elementos compositivos se torna tão importante quanto o atendimento das preferências do cliente.

Infelizmente, quem vive uma rotina de escritório muito corrida pode esquecer alguns pontos na hora de avaliar as opções. Para ajudá-lo nesse processo, selecionamos os mais importantes. Confira!

Credibilidade no mercado

Parâmetro bastante utilizado para a busca de qualquer serviço, a credibilidade da empresa frente ao mercado tende a ser um bom indicador de qualidade. Com o auxílio da internet, obter informações sobre um fornecedor se tornou uma missão ainda mais simples. Como consequência, profissionais podem fazer escolhas com mais segurança.

Comece a sua busca com uma pesquisa detalhada sobre a empresa, seu tempo de atuação no mercado e reputação geral. Procure saber que tipo de trabalho ela já realizou, com quais clientes já trabalhou e que tipo de produtos oferece. Também poderá complementar os dados a partir de depoimentos em sites de avaliação, onde pessoas falam sobre o serviço prestado por diferentes empresas.

Referência de clientes

Não se contente somente com as informações apresentadas pela própria empresa. Embora existam fornecedores competentes e de renome, sempre é bom ficar atento em outras fontes de avaliação. Se possível, peça à empresa escolhida os contatos de outros clientes com a qual ela já tenha trabalhado, sejam estes atuais ou antigos.

Para essas pessoas, você pode fazer questionamentos sobre o tipo de serviço prestado pelo fornecedor em questão. Pergunte sobre a qualidade dos materiais, do atendimento e verifique se os prazos de entrega são cumpridos. Se a taxa de satisfação for grande, é bem provável que você também venha a ter bons resultados com a escolha.

Preço do serviço

Outro fator importantíssimo na escolha do fornecedor é o preço dos produtos e serviços por ele oferecidos. Embora os custos variem muito conforme o tipo de material e técnica trabalhada, é importante que o profissional saiba avaliar se os valores apresentados condizem com a qualidade esperada.

Tome cuidado também com a ideia de que os itens mais caros são sempre os melhores. Antes da aquisição, procure avaliar amostras dos produtos e compare preços em diferentes empresas. No fim, valorize fornecedores que conseguem trabalhar com um preço competitivo e que não seja, necessariamente, o mais inferior do mercado.

Localização da empresa

Assim como o tipo de material, a distância do fornecedor até a instalação das obras também interfere no custo final do projeto. Ainda que arquitetos trabalhem com clientes de diferentes regiões, o fato de poder contar com produtos que estejam próximos do destino final é importante para a redução de custos (frete e transporte de materiais), além de dar maior agilidade à entrega dos pedidos.

Hoje, muitos fornecedores de renome já trabalham com modelo de franquias e mantêm suas instalações espalhadas por diversos estados do país. Contando com um  representante  dessas empresas, você dispõe de praticidade para visitar o estoque mais próximo e ainda torna seus projetos mais econômicos e sustentáveis.

Qualidade dos materiais

Talvez um dos aspectos mais lembrados durante a seleção de fornecedores para projetos, a qualidade dos materiais deve ser buscada sempre. Para avaliá-la com dados precisos, converse com um representante para saber a procedência de cada produto, da marca envolvida, os tipos de acabamento trabalhados, entre outros.

Além de observar amostras das criações, procure descobrir se o fornecedor dispõe das habilidades técnicas necessárias para trabalhar com o material que você deseja. Na arquitetura, são comuns os pedidos por móveis, peças, elementos e acessórios únicos, ou seja, com design diferenciado. Sendo assim, certifique-se de que a empresa tem plenas condições de oferecer tudo o que você precisa.

Capacidade produtiva

O fornecedor avaliado tem capacidade produtiva para atender uma grande quantidade de pedidos? Essa é outra pergunta que você deve ter em mente antes de fazer sua escolha, afinal, não será somente o seu escritório a solicitar tais serviços. Muitas vezes, a empresa conta com todos os recursos necessários para produzir materiais de qualidade, mas peca na administração interna.

Como consequência de uma gestão ineficiente, poderão surgir problemas com atrasos na entrega ou até falta de produtos no momento em que o contratante mais precisa. Se não quiser ficar na mão, observe e avalie toda a estrutura do fornecedor e acompanhe os prazos dispostos no contrato. Lembre-se que, como cliente, você tem todo o direito de receber seus produtos com agilidade para cumprir o cronograma da obra.

Tipo de suporte prestado

Quando o assunto é aquisição de materiais, todo apoio técnico oferecido no pós-venda tende a ser mais importante e útil do que o atendimento inicial. Por este motivo, certifique-se de que o fornecedor escolhido trabalha com algum tipo de suporte para eventuais irregularidades que venham a ocorrer com os produtos.

Quem dispõe desse tipo de serviço garante total segurança contra danos e/ou defeitos de instalação de materiais na obra. Consequentemente, a aplicação de uma solução rápida e profissional poderá ser a chave para a obtenção de resultados que trarão a satisfação dos clientes. 

Para profissionais que trabalham com arquitetura, nada é mais frustrante do que perceber que a concretização das ideias não saiu como o esperado. Muitas vezes, a saída para o problema pode estar na substituição dos produtos e materiais utilizados. Se este é o seu caso, mantenha a nossa lista em mente na próxima seleção de fornecedores e veja como é possível obter mais qualidade em cada trabalho. 

Agora, conte para a gente nos comentários: o que você costuma avaliar na escolha de um fornecedor? 

7 livros de gestão empresarial que todo empresário deve ler

Gestores de sucesso costumam ter uma característica em comum: jamais param de aprender. Esses empresários aproveitam todas as oportunidades para adquirirem conhecimento, seja por meio de palestras, da internet, em cursos, eventos, conversas informais e, claro, nos livros!

Os livros são uma fonte inesgotável de conhecimento para muitos executivos de sucesso. Um intervalo de reunião, na sala de espera do aeroporto, uma tarde de descanso ou antes de dormir, qualquer tempo pode ser aproveitado com boas lições de gestão por meio de títulos variados. Algumas obras são realmente indispensáveis para o empresário.

Separamos, a seguir, 7 dicas de livros de gestão empresarial que todo empreendedor deve conhecer. Confira e tenha boa leitura!

1. Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes (Stephen R. Covey)

Esse livro é considerado um best seller na área de negócios, afinal, todos querem ser mais produtivos, não é mesmo? Ele é citado como um dos mais lidos em revistas de negócios nacionais e internacionais e, há 6 anos, é um dos livros mais comprados na Amazon.

A obra traz uma lista com 7 lições que ajudam as pessoas a se tornarem melhores gestoras. Dos hábitos relacionados no livro, três são referentes a mudanças para o aperfeiçoamento da própria personalidade; três citam mudanças de comportamento nas relações com as outras pessoas; e uma lição fala sobre a importância da renovação.

De acordo com o autor, esses hábitos seriam uma base para o gestor se tornar mais eficaz.

banner-ao-meio-de-texto-01---sustentabilidade-e-design

2. Meus anos com a General Motors (Alfred P. Sloan Jr.)

Nada melhor para ensinar do que acompanhar a trajetória de pessoas que vivenciaram uma série de situações desafiadoras. Nesse livro, Sloan Jr. fala de sua experiência e de atitudes que contribuíram para que a GM se transformasse na maior montadora de todo o mundo. Hoje, essa posição é disputada de perto com a Toyota.

As lições de administração e gestão são exemplificadas com situações narradas pelo autor e, por meio de seu relato, é possível acompanhar a sua trajetória até chegar à liderança da empresa.

3. Saia da crise (W. Edwards Deming)

Muitos empresários estão recorrendo a esse livro nos tempos atuais. Todos buscam uma forma de se manterem no mercado em um cenário político e econômico tão desfavorável.

A obra é baseada nos famosos 14 pontos da administração relacionados pelo autor, e tem o planejamento como principal ponto de sua teoria. Para ele, um planejamento bem feito vale mais que milhões de balanços e relatórios financeiros. Esse livro mostra o quanto é importante para o gestor se dedicar com afinco à etapa de planejamento, e como isso afeta a competitividade da instituição.

Para Deming, é fundamental que o gestor seja avaliado com base nos planos que é capaz de realizar para manter a viabilidade do negócio, proteger os investimentos e garantir a geração de lucros no futuro, contribuindo para a produção de emprego e renda.

4. Como fazer amigos e influenciar pessoas (Dale Carnegie)

Muitos gestores são influenciadores natos e conseguem vender qualquer produto ou ideia, enquanto outros não convencem nem a si próprios sobre aquilo que desejam e precisam fazer.

A boa notícia é que essa habilidade pode ser desenvolvida. Esse é um dos melhores livros de gestão empresarial e está em sua em sua 48º edição, com mais de 30 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, e permanece atual ao longo das décadas.

O texto destaca a importância do relacionamento no ambiente de negócios e na vida pessoal e, para além disso, mostra como um tom de voz, um gesto ou um detalhe no olhar pode tornar a pessoa mais ou menos convincente no ambiente. A arte da influência é perseguida por muitos, mas dominada apenas por alguns.

5. Como garantir a eficiência: implantando a gestão da qualidade (e-book)

Esse e-book faz parte de uma coleção editada pelo Banco do Brasil e traz uma importante contribuição para aqueles que desejam aumentar a sua eficiência com o apoio de ferramentas da qualidade.

Nos anos 1990, houve um verdadeiro boom em torno de políticas da qualidade. Muitas empresas aderiram e recorreram a normas de qualidade como um diferencial competitivo, mas poucas aproveitaram essa onda para fazer com que essa qualidade fosse percebida realmente como um ciclo virtuoso para a empresa. Com uma linguagem simples e envolvente, o livro aborda a questão de forma didática e objetiva.

6. Comunicação não-violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais (Marshall B. Rosenberg)

Em diversas situações no mundo corporativo, pode haver a falta de comunicação. Inúmeras perdas são atribuídas a uma falha nesse quesito entre os gestores e demais funcionários.

Esse livro coloca o dedo na ferida ao falar de como a comunicação violenta pode produzir resultados devastadores nas empresas. A assertividade na comunicação é relatada como um fator primordial da gestão empresarial. Quem administra de forma violenta e conflituosa não exerce uma liderança eficaz e nem inspiradora.

7. Faça acontecer: mulheres, trabalho e a vontade de liderar (Sheryl Sandberg)

Esse livro é capaz de fazer gestores — homens e mulheres — refletirem acerca do mundo dos negócios atual. Embora o público feminino represente boa parte da força de trabalho e se destaque pelos anos de estudo à frente dos homens, as mulheres ainda ocupam poucos cargos de liderança.

Sheryl Sandberg apresenta as razões pelas quais essa situação acontece e identifica a raiz do problema, oferecendo soluções práticas e sensatas capazes de levar as mulheres a atingirem todo o seu potencial.

Eleita pela revista Forbes uma das 10 mulheres mais poderosas do mundo, a chefe operacional do Facebook encoraja o público feminino a assumir os riscos e sonhar alto, para se lançar sem medo em busca de seus objetivos. É simplesmente inspirador!

Diante de tantas sugestões de livros de gestão empresarial, ficou em dúvida por onde começar? Então comece por aquele que vai ser mais útil para a gestão empresarial do seu negócio neste momento.

E você pode ter a certeza de que essa lista vai contribuir com o seu dia a dia na empresa! Para receber outras dicas como essa, siga-nos em nossos canais de comunicação e em nossas redes sociais.

7 dicas de gestão de agenda para arquitetos

Arquitetos são profissionais que, em muitos casos, recebem por projeto executado. Por esse motivo, quanto mais eles trabalham, maior é o lucro de sua empresa no final do mês. Talvez você esteja em uma situação como essa – e, neste caso, ser mais produtivo é essencial. Por isso, é indispensável fazer a gestão de agenda e melhorar sua produtividade.

Por outro lado, mesmo que você trabalhe como funcionário de um escritório, com salário fixo, ainda precisa se preocupar com a produtividade. Afinal, o dia a dia de um arquiteto envolve muitas atividades: reuniões internas, atendimento aos clientes, além do planejamento e execução de projetos. É fácil se perder e deixar que tarefas se acumulem, transformando seu dia de trabalho em algo atribulado.

Seja para aumentar sua produtividade, ou simplesmente para manter a ordem da rotina, a gestão de agenda é vital. Pensando nisso, nós preparamos sete dicas essenciais valiosas. Confira!

1. Inspire-se na rotina de pessoas bem-sucedidas

Pessoas bem-sucedidas cultivam hábitos que lhes permitem aumentar sua produtividade. São pequenos rituais ou procedimentos que elas aprenderam ao longo de sua trajetória. Você poderia levar muito tempo para aprender esses mesmos segredos sozinho.

Então, em vez disso, por que você não aproveita a experiência de quem já chegou ao topo e absorve alguns de seus melhores hábitos no seu dia a dia? É claro que nem tudo que funciona para Bill Gates vai funcionar da mesma maneira para você.

Mesmo assim, o experimento é válido, e você pode descobrir algumas maneiras intrigantes de gerenciar seu tempo e tirar o máximo proveito dele, tornando-se um arquiteto de sucesso.

2. Crie uma lista

É possível que você tenha dificuldades na gestão de agenda simplesmente porque não tem a noção exata de tudo o que precisa ser feito, todas as suas tarefas pendentes. Então, o ponto de partida para o gerenciamento do tempo deve ser identificar tudo o que você precisa fazer.

Crie uma lista! Comece agora, no Word ou em uma folha de papel. Anote tudo o que você precisa fazer hoje, amanhã, na próxima semana. Recomendamos que você separe a lista em duas categorias: tarefas recorrentes, como uma reunião semanal, ou pontuais, como enviar um e-mail para seu cliente.

Isso vai permitir que você tenha uma visão mais geral, panorâmica, das demandas do seu trabalho. Somente então você vai poder começar a desenvolver um modelo de agenda capaz de englobar todas as suas atividades.

3. Identifique as prioridades

Um dos maiores problemas que os arquitetos encontram na gestão de tempo é o excesso de atividades. Há muito a ser feito e, portanto, é preciso determinar o que vai ser executado primeiro e o que fica para depois. Esse processo de divisão de tarefas, no entanto, só pode dar certo se você tiver uma clara noção de quais são suas prioridades.

Muitas pessoas acham que é melhor fazer as tarefas simples e rápidas primeiro; isso causa uma falsa sensação de produtividade, porque você consegue riscar vários itens da sua lista. No entanto, você acaba perdendo tempo com tarefas que, provavelmente, não eram tão importantes.

Assim, uma forma melhor de determinar o que é prioridade é identificando quais tarefas: (1) vão agregar mais valor ao seu trabalho, ou (2) vão subtrair mais valor, se não forem feitas no prazo. Focando nessas atividades primeiro, talvez você produza menos em um dia, mas tudo que você produzir terá mais impacto.

4. Tenha uma gestão de agenda centralizada

Agora você já viu tudo o que precisa fazer, e também já definiu o que será feito primeiro. O próximo passo é, efetivamente, colocar isso na sua agenda. Qual estilo de agenda usar? Bem, isso vai depender das suas preferências. Hoje, existem muitas agendas virtuais disponíveis, com uma série de funções, mas ainda há arquitetos que preferem uma boa agenda de papel.

Independentemente da sua escolha, é essencial que você centralize a informação. Um erro comum de quem não tem o hábito de usar uma agenda é anotar algumas coisas aqui, outras ali, e outras acolá – dependendo do que estiver mais próximo, na hora.

Com isso, você pode acabar perdendo ou esquecendo lembretes para compromissos importantes. Por isso, ao escolher sua agenda, comprometa-se a anotar tudo sempre nela.

5. Prepare sua agenda diariamente

Durante o dia, você pode ir anotando compromissos e lembretes na sua agenda. Mas é essencial que, à noite, você separe trinta minutos para organizar seus horários para o dia seguinte.

Esse procedimento é importante porque, ao fazer isso, você vai perceber que talvez tenha atividades demais marcadas para o dia seguinte – ou seja, você terá que pedir novos prazos. Por outro lado, você também pode perceber que o dia seguinte vai ter algumas folgas – ou seja, será possível encaixar alguma atividade adicional, adiantar um projeto, ou até mesmo usar o tempo livre para você mesmo.

Só é possível perceber essa dinâmica quando você realmente faz uma pausa e se concentra em organizar as tarefas que estão marcadas na sua agenda, transformando-as em compromissos, com horário para começar e terminar.

Fazendo isso sempre na noite anterior, você já se levanta da cama de manhã com uma clara noção do que precisará fazer para completar suas metas ao longo do dia.

6. Aproveite os recursos do seu smartphone

Nós já mencionamos que alguns arquitetos podem ser adeptos das tradicionais agendas de papel. Mesmo assim, vale a pena lembrar que os smartphones – esse aparelhinho do qual você não se separa o dia todo – oferecem uma série de aplicativos úteis para a gestão de agenda.

Além da própria agenda virtual, que permite configurar notificações para que você nunca se esqueça dos compromissos importantes, o smartphone ainda traz apps para fazer anotações, organizar seus contatos, registrar contas e gastos, criar listas de tarefas pendentes, etc.

Com todos esses recursos, o smartphone pode ser a única ferramenta de que você vai precisar para se manter organizado.

7. Divida as atividades: profissionais, lazer e família

A última dica pode ser a mais importante. Quando você estiver fazendo a gestão de agenda, organizando suas tarefas e horários, cuidado para não dedicar tempo demais ao trabalho. Separe também um tempo para sua família, e para si mesmo. Mais importante ainda: respeite esses horários, de maneira tão rigorosa quanto você faz com seus horários de trabalho.

Não se esqueça de que os momentos de lazer são essenciais para que você mantenha um alto nível de motivação e produtividade em suas atividades profissionais.

Quer mais dicas para fazer a sua gestão de agenda? Assine a nossa newsletter e receba todos os nossos conteúdos para arquitetos diretamente em seu e-mail!

Quais as características mais incomuns dos empreendedores de sucesso?

A maioria dos negócios de sucesso é dotada de fatos interessantes. Mas muito mais curiosa ainda é a história dos empreendedores por trás destes negócios, que já geraram milhares de páginas de estudos. 

Vistos por fora, parecem pessoas comuns que usaram de uma dose de sorte para chegar até seus postos atuais. Geralmente, são CEOs e executivos de organizações bilionárias com centenas e até milhares de funcionários espalhados por escritórios em todo o mundo.

Quando analisados, é notável que conseguem se diferenciar (e muito) das demais pessoas. Principalmente, pois os empreendedores de sucesso são dotados de uma série de características incomuns que os tornam aptos a iniciar e gerir negócios de forma única.

Por isso, preparamos abaixo uma lista com 8 características incomuns dos empreendedores de sucesso, que podem contribuir também para sua jornada empreendedora. Confira!

Inconformismo

Por definição livre, o inconformismo é a “tendência ou atitude de não acatar passivamente o modo de agir e de pensar da maioria do grupo em que se vive”. Sem dúvidas, essa é uma grande virtude. Para os empreendedores de sucesso, o inconformismo leva as pessoas a níveis elevados de insatisfação com o status, obrigando-os, por assim dizer, a virarem protagonistas da mudança.

Isso significa que procuram os extremos e aprendem que muitas vezes não possuem limites. Tal característica exige que os empresários saiam de suas zonas de conforto, ganhem grande confiança nas suas capacidades para fazer as coisas acontecerem. Eles percebem que a vida é muito curta para se sentarem e esperarem que uma transformação ocorra.

Curiosidade

Eis aqui uma frase que jamais será ouvida de empreendedores natos: “Não sabemos como isso funciona”. Eles são obstinados a buscar respostas para qualquer tipo de pergunta e desafio que chegarem em suas mãos. A curiosidade os motiva a saberem todas as respostas sobre seus produtos, os motivos de suas quedas de vendas ou qual a motivação de compra dos seus consumidores.

É com certeza uma das características mais importantes do empreendedorismo, já que é um dos combustíveis principais da inovação, impulsionando a ambição dos empreendedores por produtos e soluções criativas. Empreendedores como Jack Dorsey, cofundador do Twitter, testemunham que a curiosidade contribuiu para abrir o caminho para os seus negócios.

Pragmatismo

“Uma corrente de ideias que prega que a validade de uma doutrina é determinada pelo seu bom êxito prático”. Essa é a definição que encontramos para a palavra. Traduzindo-a para a linguagem dos empreendedores de sucesso, não existe certeza em uma situação se ela ainda não foi testada na prática.

Muitos empreendedores levam muito a sério as vivências práticas em seus negócios em detrimento de teorias e conhecimento técnico. Ao testar estas ideias, conseguem validar qualquer teoria com mais velocidade e segurança.

Autoconfiança

Geralmente, os empreendedores são serenos e tranquilos com relação às suas ações. Isso deve-se ao fato de possuírem uma alta dose de autoconfiança em sua personalidade. Eles conhecem muito bem e sabem administrar sua capacidade de realização em detrimento de suas limitações.

Disposição ao erro

Os maiores aprendizados dos empreendedores de sucesso em qualquer negócio são provenientes de grandes falhas. E os melhores negócios são constituídos de uma forma que não evita os erros menos óbvios, mas sim situações que permitem tirar o maior proveito ao submeter a empresa a correr riscos calculados.

Claro que empreendedor nenhum quer falhar! No entanto, trocar a probabilidade de falhar pelo medo ou indisposição ao risco não faz parte do repertório dos melhores negócios. Quando eles aceitam submeter sua empresa aos riscos, as pessoas naturalmente devem sair da zona de conforto e buscar superação frente ao cenário que se encontram.

Quando conseguem obter sucesso nestas situações, colhem resultados extraordinários e significativamente maiores que os empreendimentos que não correm os riscos. Quando não alcançam o sucesso, acumulam uma dose de aprendizado e experiência que, com certeza, fará a diferença nos acontecimentos futuros da empresa.

Resiliência

Na física, a resiliência é, segundo definição: “Propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica”.

No mundo dos negócios, a definição é exatamente a mesma! E também faz parte do vocabulário dos empreendedores bem sucedidos. Geralmente, estas pessoas não se abalam facilmente com as falhas acumuladas em seus insucessos. E, muito mais do que isso, retornam à sua forma original com a mesma dedicação e preparo!

De forma geral, esses empreendedores conseguem se adaptar à situações adversas com muita naturalidade. Um exemplo claro, é o caso do Steve Jobs, fundador da Apple, que foi obrigado à se retirar da empresa após divergências com o conselho. Jobs não se abateu, voltou à sua condição de empreendedor e começou um novo negócio que acabou sendo incorporado à Apple futuramente, o que garantiu o seu retorno à empresa.

Praticidade extrema

Os empreendedores de sucesso sabem levar muito a sério a experiência prática! Conseguem entender que esta é a melhor forma de aprender sobre seus negócios e testar suas teorias. Sendo assim, são totalmente voltados à prática e à aquisição de conhecimento empírico, aquele adquirido com base na tentativa e erro, observação e experiência.

Equilíbrio

A maioria dos empreendedores de sucesso sabem que existe vida fora de seus negócios! Conseguem compreender a importância de passar tempo de qualidade com suas famílias, amigos, tirar férias e refletir sobre sua vida pessoal fora de sua empresa.

Com isso, conseguem procurar um significado mais profundo em seu trabalho e qual a posição que isso ocupa em sua vida. Quando as pessoas colocam seus negócios como fator único de suas vidas, perdem o sentido de todos os outros âmbitos e a importância de cada um deles. O trabalho torna-se, portanto, um componente de uma engrenagem funcional, e não uma locomotiva que tenta, sem sucesso, puxar todos os outros âmbitos da vida do empreendedor para frente.

Agora que já conhece as características dos empreendedores de sucesso, assine nossa newsletter para receber outras dicas sobre o mercado em primeira mão!

Marketing para arquitetos: saiba como divulgar seu trabalho nas redes sociais

As redes sociais trouxeram um mundo de inovações para profissionais de todas as áreas, incluindo melhorias e novas oportunidades para marketing para arquitetos. Por meio dessas ferramentas, é possível formar uma rede de contatos para construir sua reputação e divulgar seus trabalhos de forma eficiente, pois elas possibilitam atingir o público que realmente interessa.

Isso sem contar que geralmente o investimento é bem menor se comparado com o valor da publicidade através de outros veículos de comunicação. O problema é que muitos arquitetos se perdem em meio a tantas opções de redes a utilizar, com recursos tão diferentes, e aí surgem as dúvidas de quais delas devem ser priorizadas e como fazer uso correto de todos os seus recursos. 

Esse o objetivo deste post: ajudar você, arquiteto, a divulgar seu trabalho nas redes sociais. Confira!

Esteja presente no LinkedIn como estratégia de marketing para arquitetos

O LinkedIn é uma rede social voltada essencialmente para interesses profissionais. Diferentemente do que muitos pensam, ela não é útil apenas para quem está procurando um emprego, mas pode ser uma excelente maneira de fazer contato com pessoas e empresas que trabalham na sua área de atuação.

Você pode aproveitá-la de muitas maneiras:

  • Trocando informações profissionais;

  • Atualizando-se com artigos e notícias compartilhados pelos outros usuários;

  • Encontrando novas oportunidades de projetos e parcerias;

  • Ampliando seu networking;

  • Divulgando seu currículo profissional e escrever artigos para se tornar referência em sua área;

  • Inserindo um portfólio profissional para exibir seus trabalhos e atrair novos clientes.

Trata-se de uma rede utilizada de maneira mais formal que apresentava, como característica, uma interação mais engessada: Uma vez que completasse o seu perfil, não havia atualizações constantes para verificar. 

Entretanto, de uns tempos para cá, o LinkedIn ganhou mais dinamismo através de ferramentas de integração entre os usuários, permitindo postagens em seu perfil, como uma timeline e a publicação de artigos de autoria própria ou de terceiros — nos quais é ético sempre citar a fonte — em um ambiente chamado Pulse, dentro do próprio site.

É imprescindível que você mantenha seus dados e projetos atualizados e esteja sempre presente para verificar suas mensagens, participar de grupos de discussões e ser visto por outras empresas e possíveis clientes

A rede oferece um dashboard de gerenciamento de estatísticas de visita ao seu perfil e às suas publicações e sugere formas de ampliar sua visualização entre os membros.

Utilize o Instagram como portfólio de seu trabalho

A principal função do Instagram é a publicação de fotos e, utilizando a ideia de que “uma imagem valem mais do que mil palavras”, muitos arquitetos aproveitam da ferramenta para mostrar seus trabalhos e projetos

Para se ter uma ideia da força da rede, as agências de publicidade estão utilizando mais o Instagram do que o Twitter para campanhas de marketing, segundo uma pesquisa de uma unidade da Comcast chamada Strata.

Apesar de muitos profissionais já saberem da importância do Instagram, pecam frequentemente em seu uso. Veja algumas dicas:

  • Utilize hashtags que atraiam seu público-alvo. Evite aquelas que não trazem nenhum retorno para o seu objetivo, como por exemplo: “TrocoLikes”, “Sigodevolta”, etc;

  • Mantenha a frequência nas publicações;

  • Siga pessoas que tenham relação com o seu trabalho e seus potenciais clientes;

  •  Preocupe-se com a qualidade das fotos postadas.

Divulgue e compartilhe suas criações no Pinterest

Assim como o Instagram, o foco do Pinterest são as imagens mas, apesar disso, a ferramenta possui funções e conceitos bem diferentes.

As fotos inseridas são usadas de maneira mais profissional, para chamar atenção do público, e ganhar visibilidade online.

Basicamente, você pode seguir e ser seguido mas, no Pinterest, são criados painéis com diversos temas e várias pessoas podem também compartilhar suas fotos em seus próprios painéis, e não apenas quem o criou. Isso faz com que a rede funcione como uma comunidade que troca artigos de interesse, dos quais quer lembrar sempre que necessário. 

Muitas pessoas que estão montando ou redecorando uma casa utilizam o Pinterest como ponto de partida em suas pesquisas para buscar ideias e estilos variados.

São milhões de usuários observando e, no meio deles, podem surgir interessados no seu trabalho. Mas antes de começar a utilizá-lo, atente-se para alguns pontos importantes:

  • Crie uma conta com o nome da sua empresa e evite números e letras repetidas que dificultem que usuários encontrem você;

  • As hashtags também são utilizadas no Pinterest. Aproveite-as para ajudar sua imagem a ficar bem colocada em determinado tema, e também para facilitar sua localização;

  • Na área apropriada para inserir seu site e suas informações, adicione uma descrição simples sobre o seu trabalho e, em vez de colocar links para outra rede social sua, redirecione para o seu site. Lembre-se que você está divulgando sua marca portanto, quanto mais profissional for, melhor.

Torne-se referência de arquitetura com o YouTube 

Fotos são uma excelente maneira de mostrar seus projetos, mas os vídeos levam a outros níveis de interação, em que o usuário se aproxima não somente do trabalho, mas do profissional.

Para que isso aconteça, o conteúdo dos vídeos não pode deve apenas vender serviços, mas também precisa ajudar os usuários em assuntos relacionados com a arquitetura como, por exemplo:

  • Dicas de decoração;

  • Organização de espaço;

  • Explicações sobre diferentes estilos;

  • Sugestões acessíveis para decorar.

Isso é conhecido como marketing de conteúdo e vem sendo utilizado por muitas empresas e profissionais que têm obtido resultados animadores: Você produz conteúdo útil e de qualidade para o seu público e ganha crescente autoridade e reconhecimento na sua área

Mostre os bastidores da sua rotina com o Snapchat 

Entre todas as redes sociais que mostramos até agora, o Snapchat é o mais novo.

Essa ferramenta vem sendo crescentemente utilizada por profissionais das mais diversas áreas — de artistas a padres! —, e é muito interessante para arquitetos que querem compartilhar momentos do seu dia a dia, dificuldades, desafios e conquistas.

Vale ressaltar que o Snapchat é para aqueles mais desinibidos, pois seu uso é comumente mais informal e descontraído. Todo o conteúdo publicado fica disponível por apenas 24 horas, depois some.

Algumas sugestões para seu bom aproveitamento são:

  • Gravar pequenos vídeos dando dicas;

  • Mostrar fotos do tipo “Antes x Depois” de projetos;

  • Responder perguntas de usuários enviados pelo chat;

  • Falar sobre a arquitetura para ajudar futuros profissionais;

  • Mostrar a rotina de um arquiteto.

Você pode utilizá-lo para divulgar todo tipo de conteúdo que atraia usuários interessados no mundo da arquitetura. Lembrando, claro, de sempre de usar o bom senso no que é publicado. 

Obviamente, você não precisa estar presente em todas as redes sociais, até porque isso seria inviável por necessitar de um tempo precioso que, com certeza, é utilizado para as realizações de seus projetos.

Mas agora que você conhece um pouco de cada uma delas, pode analisar quais são imprescindíveis para o seu trabalho. O marketing para arquitetos ficou muito bem apoiado pelo advento das redes sociais, concorda? Deixe seu comentário sobre o tema!

Como melhorar seu PDV para vender muito mais?

No mundo do marketing e das vendas, o ponto de venda, também conhecido como PDV, é um conceito amplamente utilizado, já que as ações realizadas nesse ambiente são as mais próximas do consumidor.

Segundo a pesquisa Point of Purchasing Advertisement, 85% das compras são decididas pelos consumidores diretamente no ponto de venda. Isso expõe a importância dessa mídia e como ela serve para fortalecer a marca. Assim, o ponto de venda precisa ser encarado como um recurso estratégico e que deve receber a devida atenção.

No entanto, como é possível definir o ponto de venda? Basicamente, ele se refere a uma forma de capturar dados e informações de pagamento dos consumidores, sendo que essa ação é realizada em um local físico e no momento da aquisição de um bem ou serviço.

Os dados e as informações podem ser coletados a partir de diferentes dispositivos, como caixas registradoras, computadores, scanners de código de barras e óticos, leitores de cartões de crédito, entre outros.

Mas, apesar de saber o que é o ponto de venda, nem todo mundo sabe o que deve fazer para melhorar a experiência do usuário e utilizar essa mídia a seu favor. Se esse é o seu caso ou se você ainda tem dúvidas, criamos este post, que vai mostrar como usar o ponto de venda para vender mais.

Para isso, você conhecerá a importância do ponto de venda, quais recursos podem ser implantados para aumentar o fluxo de pessoas e verá algumas dicas para melhorar o ambiente. Assim, poderá ter ações mais estratégicas e que vão trazer resultados mais positivos.

Qual a importância do PDV?

Apesar de parecer estranho, o ponto de venda está presente desde os tempos antigos, quando os comerciantes ficavam nas ruas e disputavam os consumidores aos gritos. Assim, esse conceito está diretamente relacionado com a economia mercantilista.

Porém, atualmente, o ponto de venda se tornou mais amplo, sendo qualquer local em que estejam expostos produtos ou serviços. No entanto, é importante destacar que esse ambiente deve ter a identidade visual da marca, servindo como uma forma de a empresa se aproximar dos clientes.

Além disso, o local pode oferecer uma experiência de consumo diferenciada e, por isso, pode ser utilizado como uma estratégia a fim de aumentar o fluxo de pessoas no estabelecimento e, consequentemente, vender mais.

Ao mesmo tempo, o ponto de venda serve para coletar informações e dados dos usuários. Dessa forma, é possível fazer o cadastro de clientes e acumular diferentes informações que podem ser usadas pelo negócio de forma estratégica.

Nesse cenário, você deve estar se perguntando: “quais elementos podem fazer com que o meu ponto de venda tenha melhores resultados?”. Existem alguns itens que devem ser considerados nesse processo.

1. Localização

O ponto de venda está diretamente relacionado à sua localização. Ou seja, um local adequado tende a atrair mais consumidores e, consequentemente, vender mais. Por outro lado, uma localização ruim deverá impactar negativamente os resultados.

Nesse sentido, alguns detalhes devem ser analisados:

Acesso

O ponto de venda deve ser acessível aos consumidores e isso significa ser um local seguro, ter diferentes opções de transporte (carro, ônibus, trem, metrô, táxi etc.) e ter acessibilidade para pessoas com deficiência.

Visibilidade

Um local pequeno e que quase não dá para ver tende a ter menos fluxo de pessoas. Por isso, assegure-se de que a fachada do seu estabelecimento é visível e não acaba ficando escondida por outras lojas. Também é preciso garantir que o local tem grande movimentação de pessoas e que o estabelecimento é bem iluminado.

Perfil demográfico da região

A região em que o ponto de venda está instalado também faz diferença no resultado. É preciso se certificar de que o local está próximo do público-alvo e atende às expectativas e desejos dos consumidores que circulam pela região.

Por exemplo: uma loja de departamentos fica mais bem localizada em um bairro de classe média, enquanto uma de móveis planejados de primeira linha pode estar também em um bairro cuja faixa salarial dos moradores é mais alta.

Proximidade da concorrência

Analise se a região em que o seu estabelecimento está inserido sofre concorrência. Em muitos casos, estar em um local que tenha fortes competidores ou que concentre muitos estabelecimentos similares pode ser negativo.

É importante destacar que esses pontos devem ser avaliados conforme o segmento em que atua. No entanto, essas são as regras gerais e que tendem a atrair mais consumidores e aumentar as vendas.

2. Relação entre marca e consumidor

O ponto de venda pode fortalecer a relação entre marca e consumidor. Para isso, é preciso elaborar um layout que destaque seus produtos e serviços, mostrando por que eles são fundamentais para atender as necessidades do consumidor.

Essa questão é importante porque é bastante comum encontrar produtos e serviços similares. Destacar os produtos e serviços e mostrar seu ineditismo é uma forma de atrair os consumidores.

Por isso, invista no ambiente, tendo boa luminosidade e organização. Colocar prateleiras adequadas e saber dispor os produtos vendidos também é uma forma de chamar a atenção.

3. Experiência de compra

Já ficou bastante evidente que o ponto de venda pode melhorar a experiência de compra. E um quesito essencial é apostar no bom atendimento. Com uma concorrência cada vez maior em todos os segmentos, destacar-se por meio de um bom atendimento é sinônimo de fidelizar clientes e melhorar a experiência de compra.

Assim, não se deve observar apenas a estrutura ou a localização do ponto de venda, mas também os consultores de venda, que devem estar bem capacitados para fornecer um atendimento de qualidade.

Nesse caso, o ideal é estabelecer parâmetros de atendimento ou, quando fizer parte de uma franquia, seguir a recomendação da franqueadora. Além disso, deve-se treinar os consultores de venda com frequência e fornecer todas as informações necessárias sobre os produtos e serviços vendidos, permitindo que o cliente sane todas as suas dúvidas e tenha o suporte necessário.

Outra forma de se diferenciar da concorrência é apostar no pós-venda, oferecendo produtos especiais aos clientes e se certificando de que eles estão satisfeitos com toda a experiência de compra — antes, durante e depois do processo.

Quais recursos implementar no PDV e como aumentar o fluxo de movimento?

Quanto mais pessoas passam pelo seu estabelecimento, maior é a chance de elas adquirirem um produto ou serviço. Por isso, é importante saber de que forma você pode aumentar o fluxo de movimento no seu ponto de venda.

Nesse cenário, existem alguns recursos que podem ser implementados, além de produtos que servem como chamariz para que os consumidores entrem na sua loja. Alguns exemplos de produtos que aumentam o fluxo de pessoas e, consequentemente, tendem a aumentar as vendas do estabelecimento são o cafezinho, a recarga de celular, entre outros.

Um exemplo é a Kopenhagen, que implantou o cafezinho e acabou aumentando o fluxo de pessoas em até 60% nas unidades, alavancando as vendas em 30%. 

Mas quais são os recursos que podem ser implementados no ponto de venda e de que forma eles aumentam o fluxo de pessoas? Confira algumas ideias a seguir.

1. Use folhetos, cartões e circulares

Essa é uma estratégia de baixo custo e que tende a ter grande impacto na região em que o seu ponto de venda está inserido. A ideia é colocar mensagens objetivas, que indiquem ao consumidor como ele pode encontrar a sua empresa, como números de telefone, site, endereço das redes sociais e físico etc. Aproveite e deixe alguns cartões em outros locais, como escritórios, outros estabelecimentos que não sejam concorrentes, entre outros.

2. Anuncie em classificados e em jornais locais

Fazer divulgação em mídias mais tradicionais pode trazer um bom retorno. Por isso, anuncie em classificados e em jornais locais. Novamente, a mensagem repassada deve ser bem objetiva e consistente, apresentando o que o seu negócio faz e como o consumidor pode encontrar o seu estabelecimento.

3. Faça parcerias e marketing local

Fazer parcerias locais é uma boa maneira de atrair mais consumidores e de fazer um marketing local, que vai render uma grande possibilidade de aumento nas vendas. No entanto, é preciso considerar o perfil do cliente, como características, idade, necessidades, preferências etc., além dos possíveis estabelecimentos ou profissionais que podem firmar parceria e têm relação com o público-alvo da sua empresa. Assim, basta fazer reuniões e fechar a parceria.

4. Mantenha os produtos sempre impecáveis

Um ponto de venda mal cuidado não vai atrair a atenção dos consumidores. Por isso, evite deixar as mercadorias vendidas sujas, com pó acumulado, com riscos, danificadas ou com marcas de envelhecimento. Isso causa uma má impressão e afasta possíveis clientes.

5. Aposte em uma boa iluminação

Já foi citado que a iluminação é um ponto que faz a diferença, mas talvez você não saiba que o grande papel da iluminação é direcionar o olhar do consumidor para um produto que o estabelecimento pretende destacar. Além disso, causa uma impressão melhor, o que tende a aumentar as vendas.

6. Capacite os consultores de vendas

Para oferecer um atendimento diferenciado, os consultores de vendas precisam estar bem treinados e capacitados. Nesse sentido, é importante mostrar a diferença entre ser solícito e ser chato com o cliente. A primeira atitude atrai os consumidores, enquanto a segunda afasta.

7. Atente-se à decoração

A decoração do seu ponto de venda precisa estar alinhada à ideia do estabelecimento e da marca. Caso contrário, acabará chamando a atenção de forma negativa. Além disso, a decoração deve passar a ideia de que os produtos e serviços vendidos têm relação com um estilo de vida. Ou seja, eles não apenas atendem às necessidades do consumidor, mas também oferecem uma experiência única.

8. Aposte nos hot points

Os pontos mais quentes da loja são as proximidades da entrada e os locais perto do caixa. Eles chamam a atenção do consumidor e incentivam a compra impulsiva. Por isso, você deve investir nesses hot points, tendo mais chances de aumentar o volume de vendas e até o ticket médio do ponto de venda (ou seja, o valor médio das compras realizadas por cliente).

9. Utilize materiais de comunicação visual

Qualquer ponto de venda pode e deve usar materiais de comunicação visual para atrair clientes e se destacar da concorrência. Confira algumas ideias que você pode adotar.

Totens

Os totens são um bom recurso estratégico para os pontos de venda. Eles podem ser colocados no chão, como displays, podem ser urnas, balcões, gôndolas etc. Assim, eles também podem ser usados sobre as mesas ou adaptados para prateleiras.

Existem ainda totens com tela touchscreen, perfeitos para repassaram informações turísticas, compra de ingressos e passagens, entre outros. Entre os benefícios podem ser citados a agilidade, a praticidade, a comodidade, a eficiência e a satisfação dos clientes, que tendem a comprar de maneira mais rápida e fácil.

Backdrop

O backdrop é o estande pantográfico, um painel modular que oferece visibilidade à marca. Ele é muito utilizado em eventos para fazer fundo para os entrevistados, mas também pode ser uma ferramenta no seu ponto de venda, já que o consumidor será mais atraído com esse apelo visual. Além disso, ajuda no fortalecimento da marca e faz a empresa ser reconhecida por um maior número de pessoas.

Balcão de degustação

Também existe o balcão de degustação, que faz a apresentação dos produtos comercializados. Essa ação, portanto, não está restrita aos alimentos, podendo ser utilizada por lojas de móveis planejados, por exemplo, para mostrar como determinado móvel pode ser utilizado ou combina com os ambientes.

Banner promocional

O banner promocional é bastante clássico, mas é um material que não cai em desuso por chamar a atenção para algum elemento específico, como um desconto ou uma promoção.

Faixas de gôndola

As faixas de gôndola, por sua vez, ajudam a organizar os produtos e destacá-los. Elas oferecem a possibilidade de personalização na gôndola, o que facilita a visualização dos produtos.

Móbiles

Por fim, existem os móbiles, que oferecem a possibilidade de pendurar alguns produtos ou elementos no teto, chamando a atenção para outras ações que estejam ocorrendo dentro do ponto de venda.

Todos esses recursos acabam resultando em um aumento nas vendas e maior atração de consumidores para o ponto de venda. É importante destacar que, no caso dos totens, backdrops e outros materiais de comunicação visual, a ideia é chamar a atenção de pessoas que estão passando e que talvez nem olhariam para o seu ponto de venda. Por isso, recomenda-se que esses elementos sejam chamativos e coloridos.

Como melhorar o PDV?

Para ter resultados melhores, o ponto de venda deve ser o melhor possível. Mas o que exatamente isso significa? 

Existem diversas ações que podem ser tomadas. A maioria delas é bastante simples, mas os resultados podem ser realmente surpreendentes. Ou seja, com baixo esforço e investindo muito pouco, você pode melhorar seu ponto de venda, chamar mais atenção, atrair mais clientes e aumentar a quantidade de vendas do seu estabelecimento.

Confira a seguir algumas ações que vão ajudar nesse processo:

1. Melhore a disposição dos produtos

A forma como os produtos são distribuídos no ponto de venda traz impactos gigantescos no resultado das vendas — e, muitas vezes, você nem percebe isso. Para ter o melhor resultado possível, a dica é pensar em dois elementos principais: destaque das mercadorias e circulação de pessoas.

Assim, os produtos não devem ser obstáculos para os clientes, atrapalhando a circulação. Ao mesmo tempo, os produtos certos devem ser destacados. Por exemplo, você pode dar destaque para um produto que tenha pouco giro, que esteja em promoção ou que possua um alto valor agregado.

2. Organize os produtos

Ter os produtos bem dispostos nem sempre é sinônimo de eles estarem organizados. E a organização é fundamental para facilitar o acesso dos consumidores às mercadorias que desejam.

Nesse caso, o recomendado é separar os produtos por setor, colocando próximos aqueles que são semelhantes. Por exemplo: se você está dispondo eletrodomésticos, deixe aqueles que fazem parte da cozinha próximos, porque isso oferece uma visualização melhor para o consumidor.

3. Decore o ambiente de forma adequada

As cores dos objetos e das paredes, a iluminação e os elementos decorativos podem deixar o ambiente mais ou menos confortável para os clientes. Por isso, é necessário ter um local iluminado, sendo que as cores devem estar de acordo com a identidade visual da marca.

As prateleiras e os balcões também devem seguir um padrão estabelecido, tanto na questão de cores quanto de formato.

4. Combine a vitrine e a fachada com o interior do ponto de venda

A primeira impressão é a que fica, já diz o ditado. Por isso, o consumidor precisa encontrar uma vitrine e uma fachada convidativas, que façam ele querer entrar para conhecer o estabelecimento.

Além disso, elas devem combinar com o interior da loja, sendo que a vitrine ainda tem a responsabilidade de apresentar o que o cliente vai encontrar no interior da loja. Por fim, a vitrine pode ser decorada de acordo com uma data específica e deve ser renovada de tempos em tempos.

5. Tome cuidado com elementos internos

Para que um ambiente seja confortável, ele deve ter uma temperatura agradável aliada a uma boa iluminação, a aromas agradáveis e a uma música gostosa. Essa é uma forma de manter o cliente dentro da loja e fazê-lo voltar, o que tende a aumentar as vendas do estabelecimento.

Em relação aos aromas, o cheiro deve ser agradável, mas não muito forte, o que pode afastar clientes. A ideia é usar um aroma que fortaleça a identidade do ponto de venda, que faça o cliente lembrar ou gostar de estar no local devido a esse cheiro.

Os aromas agradáveis também ajudam a reter o consumidor por mais tempo no estabelecimento, assim como a música, que deve ser condizente com o estilo da marca e os produtos ou serviços vendidos.

Por exemplo: uma loja de surf não vai ter o mesmo cheiro que um estabelecimento de móveis planejados. Enquanto no primeiro caso músicas do estilo reggae, pop e rock são condizentes, a loja de móveis planejados precisa ter uma música mais tranquila, a chamada música ambiente. Músicas clássicas também combinam com esse tipo de estabelecimento.

6. Informe o cliente

O cliente tem o direito de saber o preço e outros detalhes do produto ou serviço que está adquirindo. E isso deve ser fornecido com facilidade, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor

Portanto, evite esconder as informações. Deixe tudo bem claro e transparente, mostrando ao consumidor que o seu ponto de venda está pronto para atendê-lo da melhor forma possível e oferecer uma experiência realmente diferenciada.

7. Invista na comunicação visual

Com uma concorrência que cresce sempre, independentemente do segmento em que o seu ponto de venda atua, a comunicação visual pode ajudar o seu estabelecimento a se diferenciar da concorrência. É possível escolher materiais mais clássicos, mas apostar nos digitais é a regra do mercado para estimular os consumidores e incentivá-los a comprar.

Nesse sentido, reforça-se o uso de totens, backdrops e até mesmo TVs interativas ou outros equipamentos que possam criar mais interação com o cliente.

8. Programe um calendário para melhorar o visual do ponto de venda

Assim como a vitrine precisa ser substituída com certa frequência, os produtos das prateleiras e até mesmo os materiais de comunicação visual requerem o mesmo trabalho. Para não haver problemas, o ideal é ter um calendário com a programação especifica para a retirada do material do ponto de venda.

Quando não houver uma data que ocasione essa ação, a dica é sempre avaliar se a comunicação visual está refletindo o que a marca deseja ou se deve ser renovada.

É possível chamar a atenção dos consumidores e atraí-los ao ponto de venda por meio de diversas possibilidades. A ideia deste post foi apresentar algumas ideias para você implementar ou ver em quais elementos está errando. Assim, pode modificar seu estabelecimento e ter um resultado muito melhor.

Assim, a organização, a limpeza, a iluminação, a disposição dos produtos, o uso de materiais de comunicação visual, entre outras questões, são imprescindíveis para a melhoria do ponto de venda, que gerará mais vendas e lucro para a sua empresa.

Agora que você já sabe o que fazer para o seu PDV vender muito mais, conheça outras dicas que vão ajudar a atrair os consumidores e transformá-los em clientes. É só assinar a nossa newsletter e atentar para as recomendações repassadas.